Blog
O resgate de acervos pessoais e históricos por meio da digitalização profissional
Ao longo das últimas décadas, diferentes formatos de mídia foram utilizados para registrar momentos importantes. VHS, Super-8, fitas cassete, discos de vinil e fotografias reveladas marcaram gerações inteiras. Hoje, muitos desses formatos já não possuem equipamentos acessíveis para reprodução, o que coloca em risco um enorme volume de registros pessoais e históricos.
A Caixa de Memórias, empresa de digitalização do Grupo EscaEsco, atua justamente na preservação desse acervo diverso. Com atendimento em todo o Brasil, a empresa realiza a digitalização de VHS, VHS-C, Betacam-SP, XDCam, CD, DVD, Mini DVD, fitas 8mm, Hi8, Digital8, K7, Mini-DV, Super-8, discos de vinil, negativos fotográficos e fotografias reveladas, respeitando as particularidades técnicas de cada formato.
O processo de digitalização profissional vai além da simples conversão de arquivos. Envolve limpeza, ajustes técnicos, captura em equipamentos adequados e cuidado para manter a fidelidade do conteúdo original. Isso garante que vídeos, áudios e imagens sejam preservados com qualidade, prontos para serem acessados em dispositivos modernos.
De acordo com Victor Escobar, diretor de atendimento do Grupo EscaEsco, a digitalização também cumpre um papel cultural. “Cada fita ou fotografia carrega um pedaço da história de alguém. Quando digitalizamos esses materiais, estamos ajudando a manter vivas memórias que poderiam se perder com o tempo”, afirma.
A Caixa de Memórias atende tanto famílias que desejam preservar lembranças quanto profissionais e instituições que precisam organizar acervos antigos. Em um cenário onde o tempo age silenciosamente contra as mídias físicas, investir na digitalização se torna uma forma de proteger histórias, afetos e identidades.